OS PROBLEMAS DA SUA FAMÍLIA NÃO SÃO SEUS.

familia1

Eu, particularmente, sou muito Família. Faço tudo que puder para ajudar meus pais, irmãos, primos e tios, afinal, é sangue do meu sangue!

Obviamente não existe família perfeita, temos nossas discussões, impasses, discordâncias, mas independentemente disso são minha família e os quero bem.

É na família onde aprendemos a nos relacionar, criamos os primeiros vínculos e começamos a desenvolver nossa personalidade.

Apesar dos “casos de família”, os laços costumam ser fortes e por esse motivo, é normal nos tornarmos defensores e cuidadores de nossos familiares.

Mas, existe um momento em que todos nós precisamos traçar nossos próprios caminhos, fazendo escolhas e assumindo responsabilidades individuais.

É óbvio que um filho nunca deixa de ser filho e um irmão nunca deixa de ser irmão, uma vez família sempre família, e se um precisar, o outro deve estar pronto para ajudar, não é mesmo?

O problema é quando a família torna-se rígida, relacionando-se sempre da mesma maneira, não se permitindo mudanças, transformações, evolução. Isso é o que chamamos de disfuncionalidade.

Nesse contexto disfuncional, a comunicação familiar fica bloqueada impedindo o crescimento e amadurecimento de um ou mais membros da família.

Isso ocorre com a mãe que não quer deixar o filho sair de casa, morar sozinho ou longe dela porque acha que não pode viver sem ele e por isso acaba minando a confiança do filho, fazendo-o acreditar que se sair de casa, estará prejudicando sua mãe gravemente.

O mesmo ocorre no sentido inverso, quando o filho insiste em depender a vida toda da sua família, se negando a assumir responsabilidades e sobrecarregando seus pais porque contraiu uma espécie de síndrome de Peter Pan, tornando-se o homem ou mulher que “nunca cresce”.

familia2

É o caso da irmã mais velha que sempre cuidou dos irmãos e continua se sentindo responsável por eles, resolvendo seus conflitos e arcando com suas despesas financeiras até mesmo depois que atingiram a fase adulta.

A filha que, mesmo depois de casada, ainda continua dependendo da mãe para tomar decisões ou a mãe que insiste em controlar a vida da filha mesmo sendo ela adulta casada e mãe também.

É um círculo vicioso difícil de quebrar porque geralmente a pessoa que se encontra nessa situação é motivada por ganhos secundários ou sentimentos como culpa e medo.

O primeiro passo para resolver essa questão e parar de assumir os problemas da sua família como se fossem seus e tomar consciência de que fazer isso não é saudável.

Para algumas pessoas, ler esse artigo será suficiente para iniciar um processo de mudança e se libertar das “amarras familiares”, mas para outras pode ser necessário consultar um terapeuta para descobrir os padrões inconscientes que lhe impedem de cortar o cordão umbilical com sua família.

O terapeuta a ajudará a ter uma visão mais ampla da situação e começar a impor limites a si mesmo e aos seus familiares no que tange a transferir e assumir responsabilidades.

Uma ênfase especial para a palavra LIMITE. Isso vai criar um novo equilíbrio na família. Pode parecer doloroso no início, gerar sensações de medo, culpa e ansiedade, mas os benefícios dessa mudança serão vistos logo depois.

Artigo produzido por Hipnose na Prática
Referência Bibliográfica: Livre a reflexão

Conheça SNAPTERAPIA.
A terapia que você precisa no conforto da sua casa. Clique AQUI para visitar a plataforma de atendimento mais acessada do Brasil.

Leia também: NÃO ADIANTA RECLAMAR, SE VOCÊ NÃO TOMA UMA ATITUDE e
PSICOLOGIA INFANTIL: NUNCA MANDE UMA CRIANÇA ENGOLIR O CHORO.

#Aprenda Hipnose Gratuitamente: Minicurso Gratuito de Hipnose

Siga-nos nas Redes Sociais:
fb       App Grupo         app YouTube         App Instagram 2       Twitter App     app Pinterest

ACESSE AO NOSSO TREINAMENTO PARA SEGUIDORES VIPs COM CONTEÚDO EXCLUSIVO  PARA COMEÇAR A HIPNOTIZAR RAPIDAMENTE!!!

Deixe seu comentário, dúvida ou sugestão

Campos obrigatórios são marcados com *